segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Tropeços nos mais belos bits

Andando distraído pelas ruas digitais, me deparei com aquele semblante convidativo a um mergulho cibernético, vulgo stalkear. Foram umas horas bem gastas, se contar as inúmeras idas e vindas durante vários e vários dias. Ler cada detalhe era um exercício divertido, pois à cada repaginada ou f5, vinha uma percepção diferente. As fotos dizem muito sobre como queremos ser percebidos pelas pessoas. E quando elas compõem uma harmonia texto-imagem fica mais fácil se interessar. Mas essas coisas são coisas de gente doida, que faz sinapses até com som de passarinho em dia de chuva. É como aquela história do cara que tá apaixonado e até o jeito do garçom oferecer um copo de água da torneira o faz suspirar, imaginando que aquilo tem tudo o a ver com o elo entre ele e a dita cuja, atriz principal do filme em cartaz no coração. E que por isso, claro, o destino diz que devem ficar juntos. Quem sente a vida pulsar dessa forma se torna um bobalhão diante das coisas. Mas essa sensação boba, que vez ou outra alegra o coração, é que faz tudo valer à pena.

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